domingo, 11 de março de 2012

XVI Semana da Geografia e VII Seminário da Pós Graduação


XVI SEMANA DA GEOGRAFIA E VII SEMINÁRIO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, CAMPUS CUIABÁ 

  
       “A produção do espaço Cuiabano – possibilidades e desafios ao pensar geográfico”  
                                                 09 A 13 de Abril de 2012  


1ª   Circular  XVI   SEMANA   DA   GEOGRAFIA   E   VII   SEMINÁRIO   DA   PÓS-GRADUAÇÃO   EM  GEOGRAFIA

GEOGRAFIA, 09 A 13 de Abril de 2012.  


À comunidade Geográfica e profissionais afins,  

           É com satisfação que apresentamos a XVI Semana da Geografia e VII Seminário da Pós-Graduação em Geografia,  campus Cuiabá. O evento tem por objetivos: discutir a produção do espaço cuiabano elegendo o pensamento geográfico como caminho para o entendimento das possibilidades e desafios inerentes ao processo nas cidades atuais; promover o estreitamento da    relação      entre     universidade        e   sociedade       civil   organizada        para    desenvolvimento           e acompanhamento  de  políticas  públicas,  a  fim  de  que  contornos  da  atuação  do  geógrafo  no espaço  cuiabano  sejam  definidos  e  fortalecidos;  e,  debater  sobre  o  espaço  cuiabano  para pensar o desenvolvimento sócio-econômico com responsabilidade ambiental e valorização da participação popular.   
           O evento realizar-se-á no período de 09 a 13 de abril de 2012.  Estruturalmente, está divido em: seminário  e  diálogos  com  pós-graduandos,  graduandos  e  pesquisadores  de  áreas afins  (período  diurno);  oficinas  de  ensino  e  práticas  na  área  de  geografia  (período  diurno); mesas  e  conferências  (uma  no  período  diurno  e  quatro  no  período  noturno);  exposição  de painéis; atividades culturais (projeção de filmes; apresentação de coral; apresentação de dança regional      e   de    dança      de   rua;    exposição       de    artesanato).       

A   seguir quadro-síntese da programação: 




            É com prazer que também os convidamos para dialogar conosco em nossos espaços de Relatos de experiências e Diálogos e Práticas.  Os trabalhos deverão ser encaminhados à “Frente de Trabalho Científica” explicitando a escolha do eixo de trabalho e a modalidade de apresentação.  Estes espaços serão desenvolvidos nos  dias  11/04/2012  na  parte  da  tarde  e  12/04/2012       pela    manhã.    
  Outro convite:     quer oferecer     uma oficina?     Encaminhe       sua proposta! 


Segue abaixo as orientações para apresentação de trabalhos e propostas de oficinas. 


MODALIDADES PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO*  

Relatos de experiência: destina-se às dinâmicas pedagógicas e de estágios, experiências de trabalhos de campo e vivências provenientes de trabalhos em disciplinas da Graduação e Pós-Graduação e práticas em sala de aula.

Normas:

 Resumo simples. Fonte 12, Times, espaçamento simples. De 300 a 500 palavras. Título em letras maiúsculas, centralizado e negrito. Subtítulo em letras maiúsculas,     canto     esquerdo e negrito.    Autor, email, titulação ou vínculo, centralizado. Entre a qualificação do autor e o texto deve haver um espaço. Na última linha indicar o eixo de trabalho. 

Diálogos  e  práticas:  destina-se  à  comunicação  de  projetos  e/ou  resultados  de pesquisa, ensino e extensão universitária, além de projetos educativos desenvolvidos em escolas e em outras instituições. 

Normas:

Resumo expandido. Fonte 12, Times, espaçamento 1,5. De 03 a 05 laudas.  Título em  letras  maiúsculas,  centralizado  e  negrito.  Subtítulo  em  letras  maiúsculas, canto esquerdo e negrito. Autor, email, titulação ou vínculo, centralizado. Entre a qualificação do autor e o texto deve haver um espaço. Na última linha indicar o eixo de trabalho.

* Ambas as propostas serão apresentadas oralmente e no âmbito de cada eixo.


EIXOS DE TRABALHO: 

ü  EIXO 01 - PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO E REGIONAL; 
ü  EIXO 02 - DINÂMICA DA NATUREZA E QUESTÃO AMBIENTAL;
ü  EIXO 03 - QUESTÃO AGRÁRIA;
ü  EIXO 04 - EDUCAÇÃO E ENSINO DE GEOGRAFIA;  


 Prazo para envio de trabalho: 20 de fevereiro à 16 de março de 2012

Email para  o  envio  de  trabalhos:  semageoufmt2012@gmail.com 
  
COLOCAR  NO  CORPO  DO ASSUNTO DO EMAIL O EIXO DE TRABALHO. 



PROPOSTA DE OFICINAS 

          Propor oficinas para a promoção de ações políticas, construção de materiais didáticos, reflexões coletivas e/ou sínteses de contexto filosófico, técnico e político. Na proposta deverão conter  de  forma  sucinta:  contexto  da  proposta,  objetivo,  justificativa,  número  de  vagas  e necessidade   do   tipo   de   espaço   físico.   Solicitamos   a   indicação   de   materiais   e   recursos  necessários  para  avaliação  da  viabilidade  pela  Comissão organizadora  do Evento  (data  show e/ou retroprojetor, tintas, papéis e quantidade de material para cópias. 
Recomendamos  que  posteriormente  ao  desenvolvimento  da  oficina,  seja  elaborado um  texto  coletivo  com  seus  encaminhamentos  e  debates  para  publicação  na  revista  do  Departamento ou disponibilização on line no site do Departamento de Geografia. 

Prazo para envio de propostas de oficinas: 20 de fevereiro à16 de março de 2012.

Email para o envio de propostas:   semageoufmt2012@gmail.com


Colocar no assunto do email PROPOSTA PARA OFICINA 


Na expectativa da construção de novos olhares e ações, um até breve! 

Comissão Organizadora da  XVI SEMANA DA GEOGRAFIA E VII SEMINÁRIO DA PÓS- GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA 

O Blog do evento, com as últimas notícias, pode ser acessado através do endereço: http://semageoufmt2012.blogspot.com/  - Venha e participe!!!

domingo, 18 de setembro de 2011

ILHA DAS FLORES (Documentário)



Crítica sobre este filme: Comparar o impacto que "Ilha das Flores" causou ao ter a sua primeira exibição pública, na noite de quinta-feira, 15, no Cine Embaixador, em Gramado, aquele que a apresentação de "Cidadão Kane", de Orson Welles motivou há quase 50 anos, é exagero. Mas não há dúvida de que raras vezes um curta-metragem trouxe tanto entusiasmo junto ao público e à crítica, quanto este curta do gaúcho Jorge Furtado, que, merecidamente, ficou com nada menos que nove Kikitos na 17ª edição do Festival do Cinema Brasileiro de Gramado. A sinopse de "Ilha das Flores", nada dizia, colocando apenas uma série de perguntas: "Qual a produção mundial de tomates? Como se mede um segundo? Qual a verdadeira queda do Império Romano? Como se fabricam perfumes?", etc. Assim, nem mesmo os mais próximos colaboradores de Jorge Furtado e de seus associados na Casa de Cinema - uma espécie de cooperativa que reúne quatro produtoras gaúchas - sabiam dizer exatamente do que o filme tratava. Ana Maria Azevedo, que com ele realizou "Barbosa" (curta também premiado em Gramado, no ano passado), dizia, imodestamente: - "É difícil explicar o filme de uma forma linear". Realmente, o impacto está na forma com que Furtado construiu o roteiro e, especialmente, na montagem de Giba Assis Brasil. Numa criação dialética - na qual seu realizador não esconde uma clara influência marxista - o filme expõe um raciocínio sobre os meios de produção capitalista, com relação a alimentação: a trajetória de um tomate que, por estar estragado, não serve a quem o comprou, é desprezado para alimentação dos porcos mas é disputado pelos que buscam comida nos depósitos de lixo da "Ilha das Flores" - uma das três ilhas (as outras duas são dos Marinheiros e do Pavão) que, no Rio Guaíba, são usadas para depósitos de lixo - e na qual há criações de porcos (alimentados com lixo). Ali, milhares de pessoas buscam também alimentos. Longe de ficar num documentário formal e esquerdizante, Furtado construiu um filme originalíssimo e que em 90% de suas sequências provoca o riso. Um bom humor inteligentemente desenvolvido através de imagens fixas (num trabalho de pesquisa, com material iconográfico de diferentes origens) e animadas, que ganhou a perfeição com a montagem precisa de Assis Brasil. O público ri bastante, acompanha o desenvolvimento dialético com que Jorge Furtado mostra as relações entre o capital e o trabalho, mas que, no final, atinge o público com imagens das mais fortes: seres humanos buscando um tomate que nem para alimentar os porcos serviu. "Ilha das Flores" é como a sensação de acariciar e provocar cócegas no corpo de uma pessoa e, de repente, quando este está com todas as defesas naturais abertas, lhe aplicar um violento soco nos órgãos genitais. É um grito de dor e horror no final - pela verdade que traz em suas imagens. Assim, não há ninguém capaz de resistir ao impacto que este curta provoca. Claro que há os que podem discordar da forma narrativa e mesmo do fato de fazer uma abordagem de um drama tão terrível de nossa realidade utilizando o humor. Entretanto, ninguém pode negar a inteligência, a competência e criatividade com que o filme foi desenvolvido. Na sexta-feira, no debate sobre o seu filme, Jorge Furtado, com uma extrema humildade, dizia que trabalhou de forma a passar algumas idéias, desenvolvendo o roteiro com dados que buscou no Guinnes e Enciclopédia Abril - para fazer as colocações que recheiam de informações o seu filme - valorizado pela narração do ator Paulo José, gaúcho mas há anos radicado no Rio de Janeiro - e com belíssima trilha sonora de Geraldo Flach. Vindo de experiências bem sucedidas - estreou com "Tormenta" e com José Pedro Goulart, fez o também premiadíssimo "O Dia em que Dorival Enfrentou a Guarda", que teve 8 Kikitos em 1986, e, no ano passado, com Ana Luiza Azevedo, "Barbosa", Jorge Furtado, 35 anos, recebeu não só aplausos, mas também propostas para compra de seu curta e convites para dirigir um longa-metragem. Só que ao contrário de todos os seus colegas que fazem curtas, já com o roteiro do primeiro longa em andamento, ele confessa que não tem, no momento, nenhum projeto para chegar ao longa. Talvez por preferir auxiliar o seu amigo Pedro Goulart na realização de seu primeiro longa, "O Jardim do Diabo", baseado num texto de Luís Fernando Veríssimo - e com filmagens previstas para o próximo ano. LEGENDA FOTO - Com imagens inusitadas - como o porco, em cena - o gaúcho Jorge Furtado fez o filme mais interessante apresentado em Gramado: o curta "Ilha das Flores", premiado com 9 Kikitos.

(Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 21 de junho de 1989 no Estado do Paraná, Página 3. Extraído de Tabloide Digital)

A HISTÓRIA DAS COISAS (Parte 1 e 2)






Documentário que mostra como funciona o sistema capitalista de extração, produção,distribuição, consumo e tratamento de lixo. Mostra de maneira muito clara como todo o Sistema se baseia na exploração desde os recursos naturais até as pessoas. Como coisas são criadas para ir para o lixo (intencionalmente, o mais rápido possível). A verdadeira função dos governos e corporações que os apoiam, é criar uma Sociedade de Consumo a um rítmo acelerado. (Texto extraído da descrição do vídeo no You Tube).

Filme "A MISSÃO" (Dublado)




Em pleno século XVIII, mais de duzentos anos após a descoberta do Brasil, havendo falta de mão-de-obra, os índios eram caçados e forçados a servir como escravos nas plantações dos colonos Europeus. A Companhia de Jesus, ordem religiosa jesuíta, teria então por missão evangelizar os índios, e, uma vez convertidos à Fé Cristã, os índios estariam a salvo da escravidão. Já no século XVIII, em São Paulo e Minas Gerais, sendo a mão-de-obra escrava ainda muito procurada, e porque muitos índios locais já haviam migrado mais para o Sul, iniciou-se o processo de uso das entradas e bandeiras, incursões na mata de grupos de caçadores de novos escravos, na região das Missões jesuíticas. Aí se deu um confronto histórico, em que as Missões, com centenas de índios catequizados, que já conheciam a música clássica, a escrita, e a Bíblia, viriam a ser capturados eventualmente, em confrontos com os Bandeirantes.


O filme retrata este período - da chegada dos bandeirantes às Missões. E o único apoio às Missões seria agora do Rei de Espanha (pois as Missões eram reduções espanholas). As cortes iluministas da Europa opuseram-se aos ensinamentos e influência da Companhia de Jesus, e é certo que as autoridades portuguesas viam certas vantagens em livrar-se da presença da mão religiosa nesta área, pretendendo escravizar as comunidades índias abrigadas sob a protecção das Missões. O filme culmina quando as coroas Portugal e Espanha, em conluio com o emissário do Papa, e após a celebração do Tratado de Madrid, procedem por à exclusão do catequização dos índios por conta da pressão e da possível supressão da ordem jesuíta acusada de regicídio pelo Marquês de Pombal, ficando estes à mercê dos bandeirantes paulistas, e quando alguns jesuítas permanecem tentando defendê-los. (Texto extraído da página do You Tube)

PLACAS TECTÔNICAS e TERREMOTOS - (Vídeo Aula)



Vídeo Aula que visa transmitir os conceitos de placas tectônicas e abalos sísmicos.
Autor: Kelton Reis

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

QUESTÕES DO ENEM: Geopolítica

(1) - ENEM (1998) - “Os efeitos abomináveis das armas nucleares já foram sentidos pelos japoneses há mais de 50 anos (1945). Vários países têm, isoladamente, capacidade nuclear para comprometer a vida na Terra. Montar o seu sistema de defesa é um direito de todas as nações, mas um ato irresponsável ou um descuido pode desestruturar, pelo medo ou uso, a vida civilizada em vastas regiões. A não-proliferação de armas nucleares é importante. No 1º domingo de junho de 98, Índia e Paquistão rejeitaram a condenação da ONU, decorrente da explosão de bombas atômicas pelos dois países, a título de teste nuclear e comemoradas com festa, especialmente no Paquistão. O governo paquistanês (país que possui maioria da população muçulmana) considerou que a condenação não levou em conta o motivo da disputa: o território de CAXEMIRA, pelo qual já travaram 3 guerras desde sua independência (em 1947, do Império Britânico, que tinha o Subcontinente Indiano como colônia). Dois terços da região, de maioria muçulmana, pertencem à Índia e 1/3 ao Paquistão”. 

Sobre o tempo e os argumentos podemos dizer que:

(A) a bomba atômica não existia no mundo antes de o Paquistão existir como país.
(B) a força não tem sido usada para tentar resolver os problemas entre Paquistão e Índia.
(C) Caxemira tornou-se um país independente em 1947.
(D) os governos da Índia e Paquistão encontram-se numa perigosa escalada de solução de problemas pela força.
(E) diferentemente do século anterior, no início do século xx, o Império Britânico não tinha expressão mundial.

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